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Stéphanie quer tornar a taxidermia mais “contemporânea”

Regis Duvignau/Reuters
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São leões, tigres, póneis, pássaros, veados e outros animais selvagens que ganham uma nova expressão depois da vida. Responsabilidade de Stéphanie Barthes, artista francesa que tenta aproximar a arte contemporânea e a taxidermia.

"Trago uma visão diferente da taxidermia, tornando-a mais contemporânea com a ajuda da minha sensibilidade feminina", escreve a naturalista no seu site. Com ela, um cavalo torna-se num unicórnio (com um chifre de néon) e dois babuínos podem interpretar uma cena do Rei Leão. E todos ganham assim uma "segunda vida", como contou numa entrevista no programa La Gaule d'AntoineDesde 2012 que trabalha nesta área, mostrando as suas criações artísticas em exposições, mas também em performances algo "provocadoras".

As obras podem ser vistas no atelier da artista em Bordéus, que a Reuters visitou, e podem inclusive ser adquiridas no site da taxidermista. Por cá, a artista Mariana Lopes apresentou Limbo, uma série de fotografias que explora esta arte, propondo uma reflexão sobre aquilo em que o animal se transforma depois da morte.

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