Islândia: o gelo não dura toda a vida

Luís Octávio Costa
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Jökulsárlón é um lago glacial (ocupa uma área de 18 quilómetros quadrados e atinge uma profundidade máxima de 284 metros, hoje o lago mais profundo da Islândia) que recebe icebergues provenientes do glaciar Vatnajökull. Atravessa-se a ponte estreita, estaciona-se e emerge-se num universo único de formas irregulares e cores singulares. De um lado, o lago que apenas surgiu nos anos 30 e cujo tamanho tem "dilatado" ao longo dos anos devido ao derretimento dos glaciares — para filmar a famosa perseguição de carros no gelo em 007 - Morre Noutro Dia foi necessário construir uma espécie de represa para travar o curso de água que conduz ao mar. Do outro, uma praia surrealista de areia escura onde descansam os pedaços de gelo arrastados pelas correntes como jóias pousadas num pano de veludo à espera de serem polidas. A cada hora do dia corresponde um espectáculo natural diferente. Essas planícies de areia são uma paisagem comum na Islândia, dada a acção vulcânica e a existência de inúmeras calotas polares. Tanto o lago glaciar como a famosa Praia dos Diamantes são locais fantásticos, no entanto, a sua existência (e expansão) é infelizmente consequência directa das alterações climáticas. À velocidade a que os glaciares estão a derreter, pode não haver gelo dentro de algumas décadas.

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