Escola de Quadros do CDS debate Europa

Com o ex-líder do CDS Paulo Portas e o ex-líder do PSD MArques Mendes a formação dos jovens da JP decorre em Peniche entre quinta-feira e domingo.

O vice-presidente do CDS Diogo Feio é o responsável pela organização da Escola de Quadros para os jovens deste partido
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O vice-presidente do CDS Diogo Feio é o responsável pela organização da Escola de Quadros para os jovens deste partido Adriano Miranda

O futuro da Europa é o tema da Escola de Quadros do CDS para a formação política dos jovens militantes, que decorre em Peniche entre quinta-feira e domingo, sendo encerrada por Diogo Feio, Francisco Rodrigues dos Santos e Assunção Cristas.
O convidado em representação de outro partido é o ex-líder do PSD Marques Mendes. Há outras personalidades que vão participar que não têm filiação partidária como o general Faria de Meneses e a responsável pela Google Portugal, Leonor de L’Hermite. Presente estará também o ex-líder do CDS Paulo Portas.
O responsável pela organização e vice-presidente do CDS, Diogo Feio, explicou ao PÚBLICO que este ano a escolha incidiu sobre “a Europa porque se aproximam as eleições europeias”, que decorreram em Portugal a 26 de Maio. Por outro lado, sublinhou Diogo Feio, “os temas da política interna cada vez mais interagem e dependem das questões europeias”, além de que “há no CDS, cada vez mais, uma maior preocupação com os populismos”.
Assim, prossegue o vice-presidente centrista, a decisão foi a de que “acção de formação para jovens do partido, com debates sobre temas da governação, surgisse em ligação com a acção política do CDS”, concretamente as europeias. Nesse sentido, participam os três primeiros candidatos do CDS ao Parlamento Europeu, anunciados no Congresso de Março: Nuno Melo, Luís Pedro Mota Soares e Raquel Vaz Pinto.
Outros temas que serão debatidos é o da revolução digital na perspectiva da reorganização do mundo empresarial e o do trabalho. E também o futuro da comunicação social, as transformações que está e irá sofrer este sector, bem como “as diferenças entre redes sociais, jornalismo e fake-news ou intoxicação comunicacional”, explicou Diogo Feio.