Ípsilon

Música

A (r)existência delas pode ser a revolução de um país

Precisamos de a ver, precisamos de a ouvir: a artista e activista trans Linn da Quebrada volta a Portugal para dois concertos, dia 5 de Outubro no Porto, dia 6 no Barreiro. Passa também pelo ecrã do Queer Porto, no filme Bixa Travesty. E ainda há uma conversa na ZDB. É ela, aqui e agora, na linha da frente de um movimento feminista, negro e queer que ganha cada vez mais visibilidade dentro da nova música brasileira. Corpos em luta, na resistência e no afecto, num país mergulhado no caos político.