Videovigilância nas escolas até ao início do novo ano lectivo

"As escolas não vão começar o ano lectivo sem videovigilância", afirma a secretária de Estado Adjunta e da Educação.

Contracto com a empresa que fazia a monitorização e alarme terminou na sexta-feira
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Contracto com a empresa que fazia a monitorização e alarme terminou na sexta-feira Ricardo Lopes

O sistema de videovigilância nas escolas básicas do 2.º, 3.º ciclo e secundárias vai ficar resolvido antes do início do novo ano lectivo, garantiu este sábado a secretária de Estado Adjunta e da Educação.

"As escolas não vão começar o ano lectivo sem videovigilância", disse Alexandra Leitão à Lusa.

A secretária de Estado reagia a uma notícia divulgada pelo Jornal de Notícias, que refere que as escolas portuguesas vão ficar sem vigilância a partir deste sábado, uma vez que o contrato com a empresa que fazia a monitorização e alarme terminou na sexta-feira.

Segundo o Jornal de Notícias, o concurso de prorrogação foi lançado a duas semanas do fim do prazo, a 16 de Agosto, e um relatório preliminar da Direcção-Geral das Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) chumbou as empresas concorrentes.

Alexandra Leitão precisou que o fim do contrato abrange apenas a monitorização de imagens que são captadas depois do horário de encerramento das escolas e assegurou que no início do novo ano lectivo o problema "já estará [resolvido] ou até antes". "Porque se vai arranjar uma solução para este hiato", precisou, acrescentando que o "contrato terminou ontem [sexta-feira] e o concurso, que tem os procedimentos e vicissitudes que tem, ainda não está terminado".

Segundo a governante, a situação não põe em causa a segurança das escolas uma vez que se reporta apenas à monitorização de imagens após o encerramento dos estabelecimentos lectivos.