Atirador mata duas pessoas e fere 12 em Toronto

Autor do ataque foi morto pela polícia.

Toronto, tiro em massa
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O ataque ocorreu num bairro bastante frequentado pela sua abundância de lojas, restaurantes e bares Reuters/CHRIS HELGREN
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Um tiroteio num bairro de Toronto, a maior cidade do Canadá, fez pelo menos dois mortos e 12 feridos, incluindo uma criança de oito anos. O autor do ataque foi morto pela polícia, depois de ter disparado indiscriminadamente contra várias pessoas.

A zona do ataque, no bairro de Greektown, é popular pelos seus restaurantes, bares e lojas.

O tiroteio aconteceu durante a noite de domingo. De acordo com os jornais canadianos, as testemunhas dizem ter ouvido pelo menos 25 tiros. 

As autoridades não adiantam, para já, motivos para o ataque. "Estamos a considerar  todos os motivos... não excluímos nenhuma hipótese", disse o chefe de polícia, Marke Saunders.

O presidente da câmara da cidade, citado pela BBC, condenou o ataque que classificou de acto "desprezível" contra "pessoas inocentes que estavam a desfrutar da sua noite de domingo".

Uma das testemunhas filmou o momento através da janela de casa. O vídeo regista vários disparos, enquanto algumas pessoas se afastam. "A minha noite estava a correr bem até ouvir os tiros. Tão assustador. A violência armada em Toronto atingiu um nível louco", diz uma jovem mulher. "Não me sinto segura em Toronto. Nem mesmo no meu apartamento", escreveu num outro tweet.

De acordo com outras testemunhas, o suspeito era branco, usava um boné e casaco pretos e tinha uma mochila ao ombro, de onde tirou a arma.

"Ouviam-se tiros, depois uma pausa, novamente mais tiros, uma nova pausa e depois mais disparos", contou à imprensa local John Tulloch, que passeava na avenida com o irmão quando se deparou com o tiroteio. "Pareceu tudo surreal, como se não estivesse de facto a acontecer. Todos se foram afastando do local, mas ao mesmo tempo era difícil acreditar que aquilo se estivesse a passar".

Toronto tem assistido a um aumento neste tipo de violência. Entre 2014 e 2017, o número anual de tiroteios aumentou de 177 para 395. As autoridades dizem que há "demasiada gente" a obter "demasiadas armas com muita facilidade", cita a Reuters.