Nova de Lisboa é a 15.ª melhor universidade "jovem" na Europa

Instituição mantém-se entre a elite do continente no ranking QS, apesar de piorar ligeiramente a sua prestação face ao ano passado. Minho e Aveiro entram na lista.

Universidade de Lisboa, Nova Escola de Negócios e Economia, Universidade Nova de Lisboa, Universidade do Comércio de Nagoya
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A Universidade Nova de Lisboa é a 15.ª instituição europeia no ranking de universidades com menos de 50 anos publicado esta quinta-feira pela empresa britânica Quacquarelli Symonds (QS). Esta instituição está também entre as 50 melhores universidades com menos de 50 anos do mundo, algo que acontece pelo sexto ano consecutivo. As universidades de Aveiro e do Minho ganharam um lugar nesta lista das instituições consideradas "jovens".

A Nova de Lisboa mantém-se entre a elite do continente nas universidades "jovens", mas piora ligeiramente a sua prestação: caiu duas posições face ao ano passado na lista europeia. Em termos globais, a universidades lisboeta é a 49.ª. Há um ano estava na posição número 41.

Ao nível europeu, este ranking é liderado pela francesa PSL (Paris Sciences & Lettres), que é a 4.ª colocada em termos mundiais. Globalmente, a lista de universidades “jovens” é dominada pelas instituições asiáticas. A melhor colocada é a Universidade Tecnológica de Nanyang, em Singapura. Seguem-se a Universidade de Ciências e Tecnologias de Hong Kong e o Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul.  

Além da Nova, há outras três instituições de ensino superior nacionais listadas neste ranking. De entre as três, a melhor colocada é a Universidade de Aveiro, que aparece entre os lugares 81-90 – a partir do lugar 50 as universidades são listadas em grandes intervalos.

Esta universidade é uma novidade na lista face ao ano passado, juntamente com a Universidade do Minho, que aparece no intervalo 101 a 150. É também nesse intervalo que aparece a Universidade Católica, que mantém a prestação face ao ano anterior.

A lista de universidades “jovens” da QS é publicada duas semanas depois do ranking geral editado pela mesma empresa, onde as instituições nacionais estavam em perda quase generalizada. As quatro universidades "jovens" nacionais também estavam listadas, embora em posições mais modestas. O ranking da QS mede aspectos como a reputação da instituição – na academia e entre os empregadores – e a internacionalização. A lista para as menores de 50 anos têm uma metodologia adaptada a esse facto.