Ombro, Grândola: um Parlamento livre é um Parlamento que canta

Rui Gaudêncio
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O Palácio de São Bento voltou a encher-se de cravos vermelhos e convidados de honra para celebrar o 44.º aniversário do 25 de Abril. Aos habituais discursos dos representantes de cada partido com assento parlamentar juntaram-se os do presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, e do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que antes de encerrar a cerimónia deixou aos militares que fizeram revolução em 1974 “a certeza de que não esquecemos, não omitimos, não apagamos”. No final, quando o chefe de Estado, os membros do Governo e a maioria dos deputados já se encontravam fora do plenário, um grupo de deputados do PS deixou-se ficar, ombro com ombro, a entoar Grândola, Vila Morena, a canção-símbolo que José Afonso compôs e que o Movimento das Forças Armadas escolheu como senha revolucionária.

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