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Destruição na Porto Editora ameaça arranque do ano escolar

Grupo, que tem uma quota de 60% do mercado dos livros escolares, está à procura de encontrar soluções para a crise “mais grave de sempre”. Daqui a dois meses deveria estar a imprimir em velocidade cruzeiro os manuais escolares. Editora está empenhada “em fazer o possível” para dar resposta às encomendas.