O ano do cão saiu à rua em Lisboa

Entre o dragão, danças, bombos, iguarias e muita cor, a comunidade chinesa em Lisboa deu as boas-vindas ao ano do cão. Sob o signo deste animal, esperam que o novo ano lhes traga protecção e lealdade.

Miguel Manso
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As celebrações decorrem um pouco por todo o mundo. Em Lisboa, pelo quinto ano consecutivo, o tradicional desfile, espetáculos e uma feira tradicional na praça do Martim Moniz dão as boas vindas ao novo ano, que só começa a 16 de Fevereiro. 

Os monges do Templo Shaolin, com as vestes cor-de-laranja e as acrobacias afinadas, assim como as companhias de Canto e Dança de Zhengzhou, de Artes Performativas de Chongqiing e da Escola Secundária Pui China de Macau vieram da Ásia para representar a cultura chinesa. Perante o olhar de centenas de pessoas, desfilaram na Avenida Almirante Reis e dançaram, lado a lado, com os grupos etnográficos do Minho e do Alentejo que, trajados a rigor, também foram à festa.

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