Escolher um brinquedo não é brincadeira!

Natal sem crianças e sem brinquedos no sapatinho não faz parte do imaginário desta época festiva.

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Marco Duarte

Escolher o brinquedo adequado à criança que o receberá não é tarefa fácil. Além do preço, muitas vezes fora do nosso orçamento, há a questão fundamental da segurança do próprio brinquedo.

Como podemos escolher seguramente o brinquedo que queremos oferecer?

  • Antes de mais, adeqúe o brinquedo à idade da criança a que se destina.
  • Opte por brinquedos com informações, avisos de segurança e instruções de utilização em português. Aliás, é obrigatório que toda a rotulagem esteja na nossa língua.
  • Peça para ver e manusear o produto. Certifique-se de que não existe o risco de o brinquedo magoar a criança. Pode fazê-lo passando a mão pelas arestas, pontas e bordos.
  • Verifique se tem peças pequenas e fáceis de arrancar (olhos, rodas, botões, por exemplo). Se essas peças couberem no interior de um rolo vazio de papel higiénico, escolha outro brinquedo. Esse pode provocar acidentes.
  • Prefira sempre os produtos que têm compartimentos para as pilhas fechados com parafusos e que apenas com ferramenta podem ser abertos.
  • Muito cuidado com os brinquedos com fios compridos: não devem exceder os 22 centímetros, para que a criança não consiga enrolá-lo à volta do pescoço.
  • Brinquedos com pés dobráveis, como tábuas de engomar ou cavaletes, devem ter sistema de suporte para evitar que os dedos fiquem entalados.

E em casa, que cuidados devemos ter com os brinquedos?

  • Retire o brinquedo da embalagem e, sobretudo se for de plástico, não a entregue à criança. Verifique se guardou a identificação e morada do fabricante ou importador, dados necessários se ocorrer algum problema.
  • Evite que os mais pequenos brinquem com os divertimentos das crianças mais velhas, nomeadamente quando há componente de tamanho reduzido.
  • Faça uma revisão periódica aos brinquedos. Deite fora os que estiverem danificados e ofereça a outras crianças os que estão em perfeitas condições, mas que já não são motivo de brincadeiras.

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