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Neste banco troca-se tempo por tempo há 15 anos

Filipa Alves, Coimbra
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Filipa Alves, Coimbra

São 15 retratos pelos 15 anos de Banco de Tempo em Portugal, registados em diferentes centros da associação espalhados por todo o país. “Escutámos 14 mulheres e um homem, pessoas muito diferentes entre si: nas idades, nas suas origens, hábitos, condições de vida, valores, crenças e visões do mundo”, diz a associação, em comunicado. Esta diversidade é a vantagem do Banco em que a unidade de troca é a hora, os voluntários trocam tempo por tempo e cada hora tem o mesmo valor, independentemente da actividade realizada. “É um espaço onde se tecem relações fortes e se cultivam modos “acolhedores” de ser e de estar no mundo, que contrariam a indiferença, entretanto tornada endémica na nossa sociedade”, explicam. “Muitas centenas de pessoas trocaram solidariamente o seu tempo, partilharam e desenvolveram os seus saberes, deram e receberam ajudas, contribuíram e beneficiaram de contextos relacionais igualitários, solidários e humanizantes.”

 

“Mas eu gostava de ver pessoas mais novas a integrarem as agências", diz ao P3 Inês D’Orey, a autora destas fotografias. “Acho que o seu sistema é perfeito para quem está a começar a trabalhar. E as pessoas que fazem parte da organização são pessoas boas e generosas e muito activas. Para mim, foi uma experiência surpreendente e muito positiva conhecer todas elas.”



Dulce Ferreira, Évora
Paula Azevedo, Lisboa
Manuel Ramalho, Abrantes
Rosália Amador, Quarteira
Helena Pinto, São João da Madeira
Maria Emília, Funchal
Alda Maria, Alcanena
Manuela Marques, Loures
Georgete Caseira, Póvoa do Varzim
Graça Massano, Albufeira
Ivone Alves, Porto
Laura Dias, Braga
Libânia Neves, Aveiro
Rosália Martins, Santa Maria da Feira