Sub-21 de Portugal regressam aos triunfos

A selecção treinada por Rui Jorge derrotou a Suíça e alcançou os helvéticos na terceira posição do Grupo 8.

Jogadores portugueses festejam o triunfo frente à Suíça
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Jogadores portugueses festejam o triunfo frente à Suíça LUSA/MANUEL ARAÚJO

Portugal venceu nesta terça-feira a Suíça por 2-1, em jogo do Grupo 8 de qualificação para a fase final do Campeonato da Europa de sub-21, que se vai disputar em São Marino e Itália. Com este resultado, a selecção nacional regressou às vitórias, após dois resultados negativos (derrota na Bósnia-Herzegovina por 3-1 e empate a um golo na Roménia).

Depois de um período de algum assédio da Suíça à baliza portuguesa, Diogo Gonçalves, aos 10’, inaugurou o marcador e afastou um pouco da intranquilidade que se pressentia nos jogadores nacionais.

O cenário tornou-se ainda mais agradável para Portugal quando Diogo Jota aumentou a vantagem, ao concluir um bom lance de contra-ataque à passagem da primeira meia-hora de jogo.

A selecção nacional atravessava a sua melhor fase na partida, jogando de forma veloz e sendo perigosa, especialmente no contra-ataque, e João Carvalho falharia ainda uma grande penalidade (33').

Só que os fantasmas dos dois jogos anteriores regressaram quando Ulisses Garcia reduziu a desvantagem da Suíça (39’), aproveitando uma falha de Ferro. Na memória de todos surgiram as recordações dos dois encontros anteriores da selecção, que esteve a vencer em ambos, mas não foi capaz de segurar os três pontos.

No segundo tempo, Portugal surgiu mais concentrado e acabou por passar os segundos 45 minutos sem sofrer grandes sobressaltos, enquanto, em contra-ataque, os portugueses construíram vários lances de perigo. Só que aos jogadores nacionais faltou eficácia junto da baliza helvética.

O resultado não se alteraria e Portugal assegurou três pontos importantes, que colocam a selecção no terceiro lugar do Grupo de qualificação com os mesmos pontos da Suíça e quatro menos do que a líder Roménia (que jogava nesta terça-feira no País de Gales). E, com dois jogos a menos do que os romenos, os portugueses continuam a depender apenas de si para a qualificação directa, que é garantida pelo primeiro do Grupo.

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