Uma equipa de futebolistas apenas com uma internacionalização

São 127 os jogadores que só contam uma presença pela selecção nacional.

Djaló alinhou apenas uma vez, a 3 de Setembro de 2010, no empate a 4 frente ao Chipre
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Djaló alinhou apenas uma vez, a 3 de Setembro de 2010, no empate a 4 frente ao Chipre LM miguel Manso

São o lote mais numeroso da lista de 600 futebolistas internacionais portugueses: há 127 cujo currículo exibe apenas uma presença pela selecção. O PÚBLICO esboçou um “onze” de jogadores que, por uma ou outra razão, são “one-hit wonders”. Foram considerados futebolistas que já não estejam no activo, ou que já não tenham expectativas realistas de voltar à selecção. Há histórias curiosas.

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Na baliza da selecção, Bruno Vale teve uma carreira de nove minutos, como suplente utilizado num jogo contra o Cazaquistão, em Agosto de 2003, no qual também se estreou Cristiano Ronaldo. Na altura terceiro guarda-redes do FC Porto, foi lançado por Scolari, que estava em conflito com Vítor Baía. Aos 34 anos, Bruno Vale está no Apollon Limassol, de Chipre.

Na defesa há um comentador televisivo, dois treinadores e um jogador ainda em actividade.

Hélio Sousa despiu a pele de ícone do V. Setúbal e vestiu a de seleccionador das camadas jovens: em 2016 conduziu os sub-17 ao título europeu. A carreira de Djaló entrou numa espiral descendente após chegar à selecção, com passagens por França, EUA, Rússia e Tailândia. Barroso, o homem do pontapé-canhão, está afastado do futebol. E Óscar tem uma história de vida: esteve preso no Tarrafal, foi disputado por Sporting e FC Porto (acabou nos “dragões”) e jogou 20 minutos pela selecção.

O ataque fica para o “baixinho” Jacques e para Djão, que na mesma época em que foi à selecção viveu a primeira despromoção do Belenenses.