Justiça

Os 28 acusados (e os crimes) da Operação Marquês

A lista das 19 pessoas singulares e nove empresas acusadas pelo Ministério Público no âmbito da Operação Marquês.
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José Sócrates (ex-primeiro-ministro). 31 crimes: corrupção passiva de titular de cargo político (três), branqueamento de capitais (16), falsificação de documento (nove) e fraude fiscal qualificada (três).

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Carlos Santos Silva (empresário). 33 crimes: corrupção passiva de titular de cargo político (um), corrupção activa de titular de cargo político (um), branqueamento de capitais (17), falsificação de documento (dez), fraude fiscal (um) e fraude fiscal qualificada (três).

Joaquim Barroca (ex-administrador do Grupo Lena). 14 crimes: corrupção activa de titular de cargo político (um), corrupção activa (um), branqueamento de capitais (sete), falsificação de documento (três) e fraude fiscal qualificada (dois).

Ricardo Salgado (ex-presidente do BES). 21 crimes: corrupção activa de titular de cargo político (um), corrupção activa (dois), branqueamento de capitais (nove), abuso de confiança (três), falsificação de documento (três) e fraude fiscal qualificada (três).

Zeinal Bava (ex-presidente executivo da PT). Cinco crimes: corrupção passiva (um), branqueamento de capitais (um), falsificação de documento (um) e fraude fiscal qualificada (dois).

Henrique Granadeiro (ex-gestor da PT). Oito crimes: corrupção passiva (um), branqueamento de capitais (dois), peculato (um), abuso de confiança (um) e fraude fiscal qualificada (três).

Armando Vara (ex-ministro e antigo administrador da CGD). Cinco crimes: corrupção passiva de titular de cargo político (um), branqueamento de capitais (dois) e fraude fiscal qualificada (dois).

Helder Bataglia (empresário). 10 crimes: branqueamento de capitais (cinco), falsificação de documento (dois), abuso de confiança (um) e fraude fiscal qualificada (dois).

Rui Horta e Costa (administrador não-executivo dos CTT). Quatro crimes: corrupção activa de titular de cargo político (um), branqueamento de capitais (um) e fraude fiscal qualificada (dois).

Bárbara Vara (filha de Armando Vara). Dois crimes: branqueamento de capitais (dois).

José Diogo Gaspar Ferreira (ex-director executivo do empreendimento Vale de Lobo). Seis crimes: corrupção activa de titular de cargo político (um), branqueamento de capitais (dois) e fraude fiscal qualificada (três).

José Paulo Pinto de Sousa (primo de José Sócrates). Dois crimes: branqueamento de capitais (dois).

Gonçalo Trindade Ferreira (advogado). Quatro crimes: branqueamento de capitais (três) e falsificação de documento (um).

Inês Pontes do Rosário (mulher de Carlos Santos Silva). Um crime: branqueamento de capitais (um).

João Perna (ex-motorista de Sócrates). Dois crimes: branqueamento de capitais (um) e detenção de arma proibida (um).

Sofia Fava (ex-mulher de Sócrates). Dois crimes: branqueamento de capitais (um) e falsificação de documento (um).

Luis Ferreira da Silva Marques (funcionário da Infra-estruturas de Portugal). Dois crimes: corrupção passiva (um) e branqueamento de capitais (um).

José Ribeiro dos Santos (funcionário da Infra-estruturas de Portugal). Dois crimes: corrupção activa (um) e branqueamento de capitais (um).

Rui Mão de Ferro (sócio, administrador e gerente de diversas empresas). Cinco crimes: branqueamento de capitais (um) e falsificação de documento (quatro).

Lena Engenharia e Construções, SA. Sete crimes: corrupção activa (dois), branqueamento de capitais (três) e fraude fiscal qualificada (dois).

Lena Engenharia e Construção SGPS. Três crimes: corrupção activa (dois) e branqueamento de capitais (um).

Lena SGPS. Três crimes: prática de crimes de corrupção activa (dois) e branqueamento de capitais (um).

XLM – Sociedade de Estudos e Projetos Lda. Cinco crimes: branqueamento de capitais (três) e fraude fiscal qualificada (dois).

RMF – Consulting, Gestão e Consultoria Estratégica Lda. Um crime: branqueamento de capitais (um). 

XMI – Management & Investmenst SA. Dois crimes: corrupção activa (um) e branqueamento de capitais (um).

Oceano Clube – Empreendimentos Turísticos do Algarve SA. Três crimes: fraude fiscal qualificada (três).

Vale do Lobo Resort Turístico de Luxo SA. Três crimes: fraude fiscal qualificada (três).

Pepelan – Consultoria e Gestão SA. Dois crimes: fraude fiscal qualificada (um) e branqueamento de capitais (um).