O que temos no novo PÚBLICO digital

O PÚBLICO online mudou. Para melhor.

Os destaques do PÚBLICO ocupam agora toda a largura da página
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Os destaques do PÚBLICO ocupam agora toda a largura da página Nuno Ferreira Santos

Foi às 23h59, a 22 de Setembro de 1995. Nesse dia e a essa hora nasceu o site do PÚBLICO, que agora voltamos a renovar para si. O mundo não tem parado de mudar, a tecnologia deu-nos novas possibilidades. Os nossos leitores também aumentaram: são mais, cada vez mais novos, cada vez mais fiéis. Por isso não queremos revolucionar, queremos evoluir, apostando na melhor tecnologia para lhe dar uma experiência de consumo de notícias mais fácil, interessante e abrangente.

Há dez meses mudámos a página de artigo, tornando-a mais rápida e fácil de ler. Agora fazemos o mesmo com a Homepage do site. Estas são as principais mudanças:

Os nossos destaques ocupam toda a largura da página. E ao longo de toda a primeira página pode encontrar as notícias mais organizadas, respeitando melhor os temas a que damos prioridade — sem confundir o olhar. Reforçamos o olhar do PÚBLICO sobre a actualidade e damos mais força àquilo que fazemos melhor: a análise, a reflexão, a profundidade. Queremos ir sempre para lá da notícia e por isso a nossa informação está organizada de forma mais eficiente.

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Demos também resposta às questões que os leitores nos colocaram nas últimas semanas: temos novos formatos multimédia, para que possa identificar mais facilmente as nossas fotogalerias, explorar os nossos vídeos e conhecer os nossos podcasts; temos a opinião apresentada mais claramente de forma a que saiba sempre o que vai ler; renovamos o aspecto e a apresentação da edição impressa bem como o Bartoon e o Inimigo Público — companheiros de décadas que queremos valorizar.

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Temos uma nova forma de aceder aos muitos conteúdos que fazemos. Mantemos a organização tradicional em secções, mas ela fica acessível a partir do menu colocado no canto superior esquerdo. Em destaque, logo por baixo do nosso P, temos duas linhas: os temas mais importantes do dia e as nossas áreas-chave, que ganham visibilidade reforçada: o P2, onde juntamos toda a leitura longa: as reportagens, as análises, as reflexões, o multimédia, o jornalismo de dados, os podcasts e tudo o que ultrapassa a dimensão da notícia de actualidade; a seguir temos o ípsilon, onde continuamos a agregar toda a informação de cultura, com a excelência e a tradição que é reconhecida; a seguir a Culto, que é a nossa nova marca de lifestyle, onde estamos a fazer uma aposta reforçada – mantendo a matriz PÚBLICO, estamos a ensaiar uma aproximação aos temas mais interessantes na área de comportamento e estilos de vida; a Fugas já é uma marca reconhecida, quer nas viagens quer na área em que vamos apostar ainda mais nos próximos meses: a comida e a bebida; temos também o P3, que continua a ser o nosso irmão mais novo e com mais atrevimento, abordando a mesma actualidade que o PÚBLICO trabalha. Junte a isto o Cidades, o nosso novo sítio para a informação mais perto de si; e o P24, onde as principais notícias que o leitor prefere estão à distância de um clique, em versão sonora.

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Nuno Ferreira Santos

A página de artigo também está melhor: mais limpa, mais rápida, com mais impacto. A imagem vive melhor, até porque ela é parte da história, e o texto também se lê melhor. Há mais integração com elementos multimédia e os artigos relacionados entram no texto de forma mais eficiente. Em baixo continuam os artigos recomendados de forma personalizada, para que possa continuar a leitura sem perder tempo.

Naturalmente, olhamos para toda esta informação como um trabalho continuado. Por isso não vamos ficar por aqui. Nos próximos meses vamos continuar a explorar novos formatos, como o Vídeo 360º em que somos pioneiros; e também renovar os nossos modelos inovadores como o Prova dos Factos e o Perguntas e Respostas. Vamos também apresentar novidades na área da personalização da informação, na melhoria do sistema de comentários e na interacção consigo. Para trabalhar cada vez melhor, precisamos da sua opinião, pelo que esperamos que nos diga o que acha: pode usar a caixa de comentários deste artigo ou um destes endereços de email: david.dinis@publico.pt e dqandrade@publico.pt.