Ministério Público deixa tripulantes de avioneta em liberdade

Piloto e instruendo estão indiciados de homicídio por negligência

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A avioneta atropelou mortalmente uma criança e um sargento da Força Aérea miguel manso

Os dois tripulantes da avioneta que matou ontem dois banhistas em S. João da Caparica, na sequência de uma aterragem de emergência, foram interrogados esta quinta-feira no Tribunal de Almada por suspeitas de homicídio por negligência, mas aguardarão o desfecho do processo em liberdade.

"No âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público, onde se investigam as circunstâncias do acidente, foram hoje ouvidos, na qualidade de arguidos, o piloto e o tripulante", refere uma nota informativa da Procuradoria-Geral da República. "Concluídos os interrogatórios, os arguidos ficaram sujeitos à medida de coacção de termo de identidade e residência". O mesmo comunicado esclarece ainda que as investigações prosseguem, estando em causa a eventual prática de crimes de homicídio por negligência

O inquérito está a cargo da secção de Almada do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, sendo o Ministério Público coadjuvado na investigação do acidente pela Polícia Judiciária, em colaboração com o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários.

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