Manifestantes portugueses exigem "liberdade para a Síria"

Actos de solidariedade em diversas cidades do país para com a população síria.

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No Porto, escreveu-se Alepo com velas Paulo Pimenta
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Cartazes, bandeiras da Síria e velas. E um megafone a exigir o fim da guerra: "Liberdade para a Síria ", ecoou a audiência. Nesta sexta-feira, ao final do dia, dezenas de pessoas, foram ao Largo de Camões, em Lisboa, mostrar solidariedade com as vítimas da guerra e da mais recente batalha de Alepo.

Organizada por um grupo de jovens sírios, a vigília a pediu o "fim do massacre". "Portugal com Alepo", lia-se, ao lado dos nomes do presidente sírio Bashar al-Assad e do aliado russo Vladimir Putin.

"Como Lisboa é longe da Síria queremos enviar esta mensagem através de vários meios para que Assad e Putin parem o genocídio", disse um dos organizadores, um jovem sírio que não quis ser identificado.

O mesmo grupo tinha feito um protesto três dias antes em frente à embaixada da Rússia, em Lisboa. Mas nesta sexta-feira o protesto estendeu-se ao Porto, na Avenida dos Aliados (na foto), Coimbra e Funchal. 

"Queremos que esta mensagem chegue à comunidade internacional", acrescentou o jovem. "Estamos com Alepo", lia-se ainda num dos cartazes no Porto, onde os manifestantes escreveram a palavra Alepo com velas.