Cinco pavilhões para o Verão londrino

A obra que se destaca no Hyde Park é a do dinamarquês Bjarke Ingels.

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O arquitecto dinamarquês Bjarke Ingels em frente ao seu pavilhão
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O pavilhão de Bjarke Ingels
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O pavilhão de Bjarke Ingels
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O pavilhão de Bjarke Ingels
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O pavilhão de Bjarke Ingels
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O pavilhão de Bjarke Ingels
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O pavilhão do atelier alemão Barkow Leibinger
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O pavilhão do atelier Barkow Leibinger
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O pavilhão de Yona Friedman
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O pavilhão de Asif Khan Iwan Baan/Serpentine Gallery
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O pavilhão de Asif Khan Iwan Baan/Serpentine Gallery
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O pavilhão de Kunlé Adeyemi Iwan Baan/Serpentine Gallery

Um só pavilhão não chegava para marcar, como todos os anos, o verão londrino no Hyde Park. Como é a despedida de Julia Peyton-Jones da Galeria Serpentine, a directora que inventou o programa de arquitectura efémera, foram convidados não um mas cinco arquitectos para desenhar cinco pavilhões. É claro que há o nome principal, o arquitecto dinamarquês Bjarke Ingels, que fará a estrutura maior, com 300 metros quadrados. O jornal The Guardian chama ao resultado "a pirâmide de Bjarke Ingels para a geração Minecraft", numa referência ao popular jogo electrónico que permite construir um mundo através de blocos. 

Na explicação de Bjarke Ingels, que dirige o atelier BIG, com 300 arquitectos em Copenhaga e Nova Iorque, o pavilhão espelha a filosofia "bígama" do escritório. É "uma parede que se tranforma num hall", diz ao diário britânico, "um portão que se transforma num espaço" e um sitema de estantes que se transforma num pavilhão. Porquê ter só uma coisa, "quando podemos ter duas"?

Os outros pavilhões, só com 25 metros quadrados, são desenhados por Asif Khan, com escritório em Londres, conhecido pelos seus pequenos pavilhões olímpicos interactivos; por Kunlé Adeyemi (Lagos/Amesterdão), um nigeriano a quem se deve a Escola Flutuante de Makoko, um edifício na grande lagoa de Lagos; pelo atelier Barkow Leibinger (Berlim/Nova Iorque), composto por Frank Barkow e Regine Leibinger, a quem se devem, por exemplo, duas torres de escritórios em Seul (Torre TRUTEC) e Berlim (Tour Total); e o francês nascido em Budapeste Yona Friedman, um arquitecto de 93 anos que tem feito carreira a sonhar com megaestruturas.