Primeiros nomes para Vilar de Mouros: Echo & The Bunnymen, Happy Mondays, Peter Hook e Tindersticks

Depois de alguma indefinição, está confirmado o regresso do festival: 25 a 27 de Agosto.

Foto
Depois da sua primeira presença em Vilar de Mouros na edição de 1982, os Echo & The Bunnymen voltaram ao festival em 2005 PAULO PIMENTA

Os ingleses Echo & The Bunnymen são uma das 11 contratações confirmadas para a edição 2016 do festival de Vilar de Mouros, revelou hoje à Lusa o autarca de Caminha, Miguel Alves. Além da banda formada por Ian McCulloch em Liverpool no final dos anos 1970, que foi um dos cabeças-de-cartaz do festival na sua segunda edição, em 1982, e ali regressou novamente em 2005, estão confirmados também Happy Mondays, Tindersticks, Peter Hook (baixista dos New Order e dos Joy Division) e Milky Chance.

Entre os portugueses, a organização do mítico festival, que tem a sua ediçao deste ano marcada para os dias 25 e 27 de agosto, fechou contrato com David Fonseca, António Zambujo, Tiago Bettencourt, Blasted Mechanism, Linda Martini e Legendary Tigerman.

Em Abril passado, a maioria socialista na Câmara de Caminha aprovou, com os votos contra da bancada do PSD, o protocolo a celebrar com a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros e com uma empresa sediada no concelho para a realização do evento, a Surprise & Expectation.

Em Setembro de 2015, o presidente da Câmara Municipal, Miguel Alves, tinha anunciado que a organização da edição 2016 do festival de Vilar de Mouros estaria a cargo de um consórcio liderado pela promotora Música no Coração.

Confirma-se assim, depois de alguma indefinição, o regresso do mais antigo festival português, fundado em 1971 e então considerado o "Woodstock" à portuguesa, ao seu recinto original. Em 2007, a um mês da sua realização, o festival foi cancelado por dificuldades de entendimento entre os vários parceiros envolvidos na organização; seria retomado em 2014, a cargo da Associação dos Amigos dos Autistas (AMA). No final dessa edição, que marcou o relançamento do evento após um interregno de oito anos, aquela Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) anunciou o regresso, em 2015, nos dias 30, 31 de julho e 1 agosto, mas a edição viria a ser cancelada pela autarquia.

Sugerir correcção