Passos defende reforma institucional e política da União Europeia

Líder do PSD propõe reforma da Segurança Social e do sistema eleitoral.

Fotogaleria
MARTIN HENRIK
Fotogaleria
Adriano Miranda
Fotogaleria
MARTIN HENRIK
Fotogaleria
Adriano Miranda
Fotogaleria
MARTIN HENRIK
Fotogaleria
Adriano Miranda
Fotogaleria
MARTIN HENRIK
Fotogaleria
Adriano Miranda
Fotogaleria
Adriano Miranda
Fotogaleria
Adriano Miranda
Fotogaleria
MARTIN HENRIK
Fotogaleria
Adriano Miranda

Pedro Passos Coelho defendeu uma “reforma institucional e política” da União Europeia (UE) no discurso de encerramento do 36.º Congresso do PSD. Abordando a situação da UE, disse esperar que “o Governo português mobilize aquilo que são as solidariedades necessárias” entre os que “acreditam na Europa” e que “não importam de rejeitar os populismos”, para rematar: “É indispensável que Europa possa assumir uma responsabilidade crescente.”

Passos considerou ainda que a UE tem ainda problemas económico-financeiros, de segurança e de gestão da crise dos refugiados. Assumindo que o PSD “não tem uma ideia de Europa federalista”, rejeitou também a ideia de “Europa fortaleza”. E fazendo a ligação com a situação portuguesa sustentou: “Se não podemos desvalorizar a nossa moeda é natural que possamos reclamar meios.”

No início do discurso, Passos lembrou os 40 anos da Constituição para garantir que o PSD não tem uma “querela constitucional” e defendeu que os conflitos que houve entre o seu Governo e o Tribunal Constitucional se deveram à intrepretação feita da Constituição pelos juízes-conselheiros.

Ao nível de propostas para o país, Passos Coelho voltou a repetir duas reformas que já tinha referido no discurso de abertura: da Segurança Social e do sistema eleitoral.

Em relação à lei eleitoral sustentou a necessidade de mudança com a ideia de que é preciso que “o sistema funcione melhor” e que se crie “mais responsabilidade nos eleitores”. Quanto à Segurança Social salientou que o sistema actual “está concebido para um mundo que não existe”.