Porto Editora abre concurso para escolher Palavra do Ano de 2014

Qual será a sucessora de "bombeiro", “austeridade” e “entroikado”? Sugestões já podem ser submetidas para votação de Dezembro.

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MARTIM RAMOS

Pelo sexto ano consecutivo, a Porto Editora lança a votação para a escolha da Palavra do Ano de 2014. Nesta primeira fase, a editora portuguesa pede as sugestões que no início de Dezembro levarão à escolha das dez candidatas finais. Depois, até às 23h59 de 31 de Dezembro, decorre a votação para apurar a sucessora de “bombeiro”, a Palavra do Ano 2013.

A editora informou esta terça-feira em comunicado que está já activa a página onde podem ser feitas as sugestões para a lista de dez vocábulos que reflictam um ano de “inúmeros acontecimentos e factos de relevo em diferentes áreas da vida colectiva. Invariavelmente, há palavras que definem ou identificam esses momentos e que ganharam maior importância no nosso quotidiano”, lê-se ainda na nota da Porto Editora.

Até 30 de Novembro podem ser sugeridas as palavras candidatas, das quais serão seleccionadas as dez finalistas que, a 1 de Dezembro, seja lançada a votação para a escolha da Palavra do Ano de 2014. A Porto Editora fará essa selecção dos dez vocábulos candidatos após “acompanhamento e análise da realidade da língua portuguesa, com base em critérios de frequência de uso e de relevância assumida quer através dos meios de comunicação social e das redes sociais, quer da utilização dos dicionários da Porto Editora nas suas versões online e mobile”.

As dez palavras candidatas serão alvo de votação online durante o mês de Dezembro e a vencedora será apurado no início de Janeiro.

Lançada em 2009, ano em que “esmiuçar” foi a palavra seleccionada, a iniciativa visa “enaltecer o património da língua portuguesa, sublinhando a importância das palavras e dos seus diferentes sentidos no nosso quotidiano”. Em 2010, ano de Mundial de Futebol na África do Sul, a palavra mais votada foi “vuvuzela”. “Austeridade” em 2011 e “entroikado” em 2012 foram os vocábulos escolhidos em tempos de crise - palavra que depois foi incluída no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora -, tendo no ano passado o “bombeiro” sido o mais votado depois de um Verão quente para aqueles profissionais.

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