Rui Cardoso Martins passa a ser autor da Tinta-da-China

O seu próximo romance sairá, já na Tinta-da-China, “ainda este ano”.

Foto
Rui Cardoso Martins Nuno Ferreira Santos

O escritor Rui Cardoso Martins, cuja obra tem sido publicada pela Dom Quixote, chancela pertencente ao grupo Leya, será, a partir de agora, um autor da Tinta-da-China, revelou quarta-feira à Lusa a editora Bárbara Bulhosa.

O autor dos romances E Se Eu Gostasse Muito de Morrer? (2006), Deixem Passar o Homem Invisível (2009), distinguido com o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, e Se Fosse Fácil Era Para os Outros (2012) disse à Lusa que o seu próximo romance sairá, já na Tinta-da-China, “ainda este ano”.

Nascido em Portalegre em 1967, o escritor e argumentista freelancer foi repórter do PÚBLICO onde ainda é cronista. É um dos fundadores da agência criativa Produções Fictícias, sendo também o autor do argumento e guião do filme Zona J (1998), realizado por Leonel Vieira, e co-autor do argumento e guião da longa-metragem Duas Mulheres (2010), de João Mário Grilo.

À Lusa, Rui Cardoso Martins sublinhou que a sua saída da Leya não foi motivada pela existência de qualquer tipo de conflito, explicando apenas que, “às vezes, é preciso uma mudança”.

A editora Bárbara Bulhosa declarou-se “muito feliz” com a entrada de Rui Cardoso Martins para o catálogo de autores portugueses da Tinta-da-China, que conta já com nomes como Dulce Maria Cardoso, Pedro Rosa Mendes, Alexandra Lucas Coelho, Paulo Varela Gomes e Raquel Ribeiro.