Guiné Equatorial a caminho de ser accionista do Banif

Banco assinou um memorando de entendimento com a República da Guiné Equatorial.

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Filipe Arruda

O banco português gerido por Jorge Tomé poderá vir a ter uma empresa da Guiné Equatorial entre os seus accionistas, segundo informou a instituição financeira em comunicado.

De acordo com o documento enviado ao regulador do mercado de capitais, a CMVM, o Banif afirma que foi assinado um memorando de entendimento não vinculativo com a República da Guiné  Equatorial, “tendo em vista iniciativas de colaboração no sector bancário em condições que venham a ser acordadas entre as partes”.

Na sequência desse entendimento, explica o comunicado, “está prevista a possível tomada de uma participação qualificada no capital social do Banif por empresa da Guiné Equatorial”, sem referir a sua identidade, adiantando que, “se possível”, esta operação ocorrerá  “no montante remanescente para a conclusão da segunda fase do processo de recapitalização do Banif”.

Este processo, destinado a investidores internacionais, implica a entrada de mais 133,5 milhões de euros no capital do banco.