Mendes Bota na corrida à presidência do Turismo de Portugal

Nomes dos três candidatos ao cargo foram enviados nesta quinta-feira ao Governo.

Mendes Bota, algarvio, foi presidente da Câmara Municipal de Loulé
Foto
Mendes Bota, algarvio, foi presidente da Câmara Municipal de Loulé Manuel Roberto

O deputado do PSD José Mendes Bota está na corrida ao cargo de presidente do Turismo de Portugal, a par de João Cotrim de Figueiredo e Pedro Miguel Moreira. Os nomes dos três candidatos foram enviados nesta quinta-feira ao Governo pela Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública (Cresap).

A decisão do organismo presidido por João Bilhim foi divulgada nesta quinta-feira, no site da Cresap, depois de os resultados terem sido remetidos ao Ministério da Economia, já que a tutela de António Pires de Lima tem sob sua alçada o Turismo de Portugal (cujo anterior presidente era Frederico Costa, que agora está no grupo Visabeira).

Além de Mendes Bota, de origem algarvia e que foi presidente da Câmara Municipal de Loulé entre 1982 e 1985, estão também na corrida José Cotrim de Figueiredo, tal como tinha sido avançado pelo Diário Económico. Este último foi vice-presidente da Compal quando Pires de Lima era o responsável máximo da empresa, tendo passado a presidente com a saída do actual ministro da Economia para a Unicer.

Quando deixou a Compal, Cotrim de Figueiredo foi escolhido para director-geral da TVI. Cargo que abandonou em 2011, tendo sido substituído por José Fragoso.

O último nome pertence a Pedro Miguel Moreira, que foi presidente do conselho de administração da Opart, que gere o Teatro Nacional de São Carlos e a Companhia Nacional de Bailado, entre 2007 e 2010. Neste momento, é administrador delegado da Turismo Fundos-SGFII, S.A.

Caberá, agora, ao Governo escolher qual dos três nomes se tornará presidente do Turismo de Portugal, depois da saída de Frederico Costa (que substituiu Luís Patrão, no final de 2011). O executivo poderá também optar por não nomear nenhum dos candidatos apresentados pela Cresap, o que não deverá acontecer.