Basílio Horta elege combate ao desemprego como bandeira

Candidato do PS a Sintra admite entregar pelouros à oposição caso vença

Basílio Horta: Não perguntarei a ninguém de onde vem, só para onde quer ir.”
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Basílio Horta: Não perguntarei a ninguém de onde vem, só para onde quer ir.” Nuno Ferreira Santos

As mais recentes sondagens dão-lhe uma vitória com vantagem curta, mas Basílio Horta diz-se confiante de que vai conquistar a Câmara de Sintra, “não de qualquer maneira”, mas sim “para trabalhar”.

O candidato do PS à autarquia elege como prioridade o “combate ao desemprego” e garante que está disponível para entregar pelouros a todos os que se revejam no seu “projecto ganhador”.

“É um projecto aberto, para ser partilhado e enriquecido. Não perguntarei a ninguém de onde vem, só para onde quer ir”, disse Basílio Horta aos jornalistas, à margem de um almoço que se realiza hoje com alguns elementos da sua comissão de honra, incluindo o ex-Presidente da República Jorge Sampaio e os ex-ministros Diogo Freitas do Amaral e Vera Jardim. A presença de Mário Soares também tinha sido anunciada mas, segundo o candidato do PS a Sintra, este não poderá afinal estar presente no encontro.

Jorge Sampaio elogiou Basílio Horta, que considera ser alguém capaz de dar “projecção nacional e internacional” a Sintra, colocando a vila no “mapa do investimento”. Já Freitas do Amaral diz-se “sinceramente convencido” de que o candidato do PS, um seu “velho e grande amigo”, “fará um grande lugar de presidente da câmara”.

“Ter passado político é importante. Fiz muitas coisas boas e eventualmente outras menos boas”, disse por sua vez Basílio Horta, defendendo que a sua experiência “é uma garantia para o futuro”. Quanto a Sintra, o candidato promete apostar “”no investimento e na economia” e critica o trabalho do social-democrata Fernando Seara, dizendo que os últimos 12 anos foram “de inacção”.

 

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