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A amêijoa arrancada do fundo da ria

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A Ria de Aveiro, entre a Bestida e a Torreira. Há uma faina diária: a apanha da amêijoa, um bivalve invasor destas águas, que estão a tornar-se mais salgadas. O dia de Abílio Miguel, aluno do Instituto Português de Fotografia (IPF) do Porto, começou às oito da manhã e terminou às 11h30. Embarcou com os pescadores numa aventura em águas pouco profundas. "A mulher fica de joelhos a escavar o leito da ria em sítio seco. O homem vai com a embarcação para águas pouco profundas, da altura da cinta, onde pratica a "cabrita baixa". Esta arte é denominada assim porque é feita dentro de água e com uma semicircunferência em ferro com cerca de 30 dentes de 6 centímetros cada. Agarrado à cabrita está um redenho que é uma malha de nylon onde ficam os bivalves arrancados do fundo da ria".