Vice-presidente da Câmara de Portimão fica em prisão preventiva provisoriamente

O vice-presidente da Câmara de Portimão, Luís Carito, ficou nesta sexta-feira em prisão preventiva, até que estejam reunidas as condições legais e técnicas para que passe a prisão domiciliária com pulseira electrónica, informaram os advogados.

O autarca e mais quatro arguidos, ouvidos em primeiro interrogatório judicial pelo juiz Carlos Alexandre no Tribunal Central de Instrução Criminal, no Campus da Justiça, em Lisboa, são suspeitos de corrupção, administração danosa, branqueamento, participação económica em negócio e associação criminosa.

O advogado Paulo Batista acrescentou que Luís Carito, além de ficar sujeito à medida de coacção de vigilância electrónica, ficou ainda proibido de exercer cargos públicos, de contactar com os outros arguidos e de se ausentar do país.

Os restantes arguidos saíram em liberdade sujeitos a outras medidas de coacção.