Pavilhão Atlântico passa a chamar-se Meo Arena

O espaço multiusos Pavilhão Atlântico, localizado no Parque das Nações em Lisboa, vai passar a chamar-se Meo Arena, informou nesta quarta-feira a operadora de telecomunicações Portugal Telecom (PT).

O consórcio Arena Atlântida comprou a sala de eventos por 21,2 milhões de euros.
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O consórcio Arena Atlântida comprou a sala de eventos por 21,2 milhões de euros. Adriano Miranda

De acordo com a empresa, o palco construído no âmbito da Expo’98 e vendido em Abril ao consórcio Arena Atlântida vai ganhar “uma nova vida com o patrocínio do Meo”, o serviço de televis��o paga que agora “assume os naming rights [direitos sobre a propriedade de nome] do Pavilhão Atlântico”.

A PT explicou, em comunicado, que a mudança envolve um “conceito criado de raiz para activação da marca Meo nos diferentes espaços do pavilhão”, com capacidade para 20 mil pessoas e 5.200 metros quadrados.

“O Meo Arena vai pressupor não só uma intervenção transversal no pavilhão, como ainda uma nova experiência no acesso aos espectáculos, mais interactiva e facilitadora”, referiu ainda a PT.

A empresa lança nesta quarta-feira uma campanha de comunicação para revelar a intervenção que será feita na sala de eventos culturais, lúdicos, desportivos e de negócios.

O Governo decidiu em 2012 vender o Pavilhão Atlântico no âmbito da reestruturação do sector empresarial do Estado e depois de ter anunciado a intenção de extinguir a Parque Expo, empresa criada nos anos 1990 para a construção da Expo’98.

O consórcio Arena Atlântida, composto pela promotora Ritmos & Blues, pelo promotor Luís Montez, em nome individual, pela actual equipa gestora daquele equipamento e pelo Banco Espírito Santo, comprou a sala de eventos por 21,2 milhões de euros.