Passos diz que ministros devem estar na tomada de posse

Primeiro-ministro comenta ausência de Paulo Portas na cerimónia em que foram empossados dois ministros e quatro secretários de Estado.

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Cardoso da Costa, Pedro Lomba, Emídio Guerreiro, Teresa Morais, Poiares Maduro e Marques Guedes: os novos governantes num alinhamento curioso Enric Vives-Rubio
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Marques Guedes, novo ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares Enric Vives-Rubio
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Miguel Relvas, na hora da saída Enric Vives-Rubio
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Emídio Guerreiro e Teresa Morais Enric Vives-Rubio
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O Governo esteve em peso na cerimónia Enric Vives-Rubio
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Miguel Poiares Maduro e Marques Guedes Enric Vives-Rubio
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Poiares Maduro faz o juramento Enric Vives-Rubio
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Marques Guedes com Cavaco Enric Vives-Rubio
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Pedro Lomba Enric Vives-Rubio
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Emídio Guerreiro Enric Vives-Rubio
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Passos Coelho Enric Vives-Rubio
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Poiares Maduro, Marques Guedes e Passos Coelho, com Assunção Esteves Enric Vives-Rubio
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Miguel Relvas cumprimenta Cavaco Silva Enric Vives-Rubio

O primeiro-ministro disse que "todos os membros do Governo devem estar presentes" nas tomadas de posse, depois de referir ter sido informado de que o ministro Paulo Portas se encontrava fora de Lisboa no momento da cerimónia deste sábado e de desculpar a ausência do titular da Administração Interna Miguel Macedo por se encontrar no estrangeiro.

Passos Coelho respondia aos jornalistas sobre a ausência do ministro dos Negócios Estrangeiros neste sábado na tomada de posse dos novos governantes, no Palácio de Belém, a que faltou Paulo Portas, líder do CDS.

"Foi me transmitido que o doutor Paulo Portas se encontrava fora de Lisboa e que àquela hora não conseguia estar presente", afirmou o primeiro-ministro, após o conselho nacional do PSD. "Não quero fazer interpretação. Qualquer interpretação só deve ser feita pelo próprio", acrescentou Passos Coelho.

O CDS, que tem marcado para este domingo um conselho nacional, foi lacónico na reacção ao ajustamento no Governo, depois de há três semanas dirigentes do partido terem pedido uma remodelação no executivo.

Questionado sobre se gostaria que o parceiro de coligação estivesse presente em Belém, Passos foi claro: "Todos os membros do Governo deveriam estar presentes na tomada de posse. O ministro da Administração Interna Miguel Macedo estava no estrangeiro e não pode assistir à posse". O primeiro-ministro justificou assim a ausência de Macedo por se encontrar numa visita oficial a Moçambique.