Espanha

“As imagens do dedo são castigo suficiente para Mourinho”

O momento em que Mourinho enfia o dedo no olho de Tito
Fotogaleria
O momento em que Mourinho enfia o dedo no olho de Tito dr
A primeira conferência de Tito como treinador principal do Barcelona
Fotogaleria
A primeira conferência de Tito como treinador principal do Barcelona Foto: Josep Lago/AFP
Mourinho diz que reagiu depois de Tito o ter provocado
Fotogaleria
Mourinho diz que reagiu depois de Tito o ter provocado dr

Tito Vilanova, treinador que sucede a Guardiola no Bracelona, diz estar farto das conversas à roda de José Mourinho. E lembra que as imagens entre ambos “dificilmente serão esquecidas”.

Tito Vilanova disse nesta terça-feira que “o maior castigo” para ele e para José Mourinho é que as imagens entre ambos “dificilmente serão esquecidas”.

“O castigo não é aplicarem-nos dois ou cinco jogos. O maior castigo que ambos temos são as imagens, durante muitos e muitos anos. Isso dificilmente se esquecerá. É o maior castigo para os dois”, disse o técnico dos catalães.

Vilanova falava em conferência de imprensa do incidente entre ele e Mourinho, com a troca de agressões na Supertaça espanhola da última época, uma situação que levou a um recente indulto por parte da Real Federação Espanhola de futebol.

Os dois treinadores tinham sido inicialmente suspensos com dois (Mourinho) e um jogo (Vilanova) de castigo, após o incidente em que o treinador português colocou o dedo num olho de Vilanova e o espanhol respondeu com um golpe nas costas.

“Cansa-me que ainda falemos disto após um ano”, referiu o treinador do FC Barcelona, explicando que não guarda qualquer rancor em relação a Mourinho e que já teve a oportunidade de o cumprimentar posteriormente.Tito Vilanova explicou que se cumprimentaram no jogo para o campeonato no Bernabéu e que não pensa que exista uma má relação com o técnico português.

"Não creio que tenhamos uma má relação", disse, acrescentando que "a normalização das relações com o Real Madrid será feita da forma como correr o ano" e que "não adianta falar do futuro".

Sugerir correcção