O fascínio que o futebol exerce sobre nós

2012 Louafi Larbi/Reuters
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2012 Louafi Larbi/Reuters

Já muito se escreveu sobre o fascínio que o futebol exerce sobre nós, seres humanos. Da indústria que se tornou, enquanto sector económico, à capacidade que a modalidade tem de mobilizar espectadores e praticantes um pouco por todo o mundo. Todos sabemos que é só uma bola, só um jogo. Sabemos isso racionalmente mas, quando o nosso país entra em campo, é do domínio do emocional o nosso comportamento. Somos nós que estamos ali representados sobre a relva, assim como a nossa capacidade de triunfar. Perder ou empatar é percepcionado como aceitar a nossa pequenez. Durante os grandes eventos, a nossa resposta é tão instintiva, e nacionalista, que quase esquecemos o prazer descomprometido de brincar com uma bola. Sem objectivo, apenas por prazer lúdico.

<b>Ricardo Moraes/reuters</b>
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<b>Toby Melville/Reuters</b>
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<b>Denis Balibouse /Reuters</b>
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<b>Enrique Castro-Mendivil/Reuters</b>
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<b>Bob Strong/Reuters</b>
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Hyrynsalmi, Finlândia, 2008 <b>Bob Strong/Reuters</b>
Hyrynsalmi, Finlândia, 2008 Bob Strong/Reuters
<b>Rafael Marchante/Reuters</b>
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<b>Siphiwe Sibeko/Reuters</b>
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<b>Vesa Moilanen/Reuters</b>
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<b>Kai Pfaffenbach/Reuters</b>
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<b>Amr Abdallah Dalsh/Reuters</b>
Amr Abdallah Dalsh/Reuters
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<b>Michaela Rehle/Reuters</b>
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<b>Jerry Lampen/Reuters</b>
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<b>Kena Betancur/Reuters</b>
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<b>Alexander Khudotioply/Reuters</b>
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<b>Amr Abdallah Dalsh/Reuters</b>
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