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Margarida Girao, uma espetada de fruta

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Tudo começou com as tesouras. Palavra de Margarida Girão, que agora digitaliza quase tudo (“um dia apareceu o computador o que é óptimo para quem coleciona revistas e as quer manter vivas”). “Não é um vício e raramente recorto”, diz ao P3 a artista com sete peças na Galeria Bristol-Lisboa até ao dia 16 de Junho. A exposição “Casei o lixo com uma tesoura” é um retalho da vida dela. É uma sopa da pedra. É uma couve e um biquíni, aipos e outros cocktails. É uma espetada de fruta. Margarida “adoptou os materiais abandonados na rua, e alimentou-os com tinta, papel, tecidos e outras matérias-primas”. Pedimos-lhe para escolher a revista perfeita para recortar: “Uma Playboy francesa dos anos 70”. LOC