Plano de poupança para a administração central

Governo pretende reduzir a menos de metade custos com a informática

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Foto: Nuno Ferreira Santos (arquivo)

O Governo aprovou ontem uma nova estratégia para as tecnologias de informação na Administração Central, para reduzir a factura com a informática para menos de metade.

“O investimento em tecnologias de informação no Estado Central triplicou entre 2008 e 2010. E a verdade é que, em 2010, se gastaram 839 milhões de euros em tecnologias de informação”, disse o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, à rádio TSF, especificando que os custos triplicaram nos últimos três anos.

Estes números levaram o Executivo desenhar um plano, com 25 medidas, para provar que é possível fazer mais com menos recursos dos contribuintes. Maior recurso a
software livre e centralização de recursos como servidores são algumas das ideias já avançadas.

“Esta é uma política de poupança estrutural. Nós prevemos uma poupança que vai chegar até 500 milhões de euros na administração central”, especificou Miguel Relvas, dizendo que gostaria que no futuro a administração local e regional seguissem também este caminho.

Para já, os cortes vão ser feitos nas onze pastas do Governo. “Não tenho dúvidas nenhumas que esta decisão exige coragem”, disse ainda o ministro.

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