Porto pede que não dêem de comer aos pombos

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A câmara afirma que os pombos da cidade são "auto-suficientes" CARLOS LOPES
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Campanha do pelouro do Ambiente pede a munícipes que não alimentem também gaivotas e gatos vadios

O pelouro do Ambiente e Juventude da Câmara do Porto tem em marcha uma campanha pelo controlo dos animais errantes da cidade. O primeiro passo já foi dado com o lançamento de um panfleto que aconselha os moradores a não alimentar gatos vadios, pombos e gaivotas.

No site da autarquia, a campanha é justificada pelos "inúmeros pedidos" que chegam ao município, solicitando uma "intervenção para o controlo de pombos, gaivotas e de gatos errantes". Animais que, segundo a mesma informação, "são fonte de incomodidade e prejuízos materiais na cidade". Como essas queixas e pedidos estão "invariavelmente associados à oferta de alimentos nas proximidades", o panfleto informativo preparado pela autarquia explica por que se deve evitar a tentação de deixar pedaços de pão ou milho espalhados na calçada ou depositar os restos de comida nas soleiras das portas.

"O excesso de alimento provoca o aumento descontrolado das populações de animais", explica o desdobrável que está a ser distribuído em locais de atendimento da autarquia, lares de idosos, escolas, juntas de freguesia e praças do Porto. Além disso, acrescenta o panfleto informativo, as gaivotas e os pombos da cidade são "auto-suficientes", pelo que "não necessitam que as pessoas as alimentem". Já alimentar gatos vadios pode fazer com que uma colónia de cinco animais cresça até aos cem, interferindo no que seria o "equilíbrio entre a natureza e a cidade".

A campanha alerta ainda os moradores para acomodarem devidamente os resíduos e àqueles que têm gatos é aconselhado que os mantenham em casa ou num espaço vedado.