Que nomes gostaria de dar às novas freguesias de Lisboa?

Concorda com a redução das actuais 53 freguesias de Lisboa para 24 e com o mapa proposto pela autarquia? E que nome acha que devia ter a nova freguesia resultante da fusão de Santos-o-Velho, Lapa e Prazeres? E que competências deveriam ter?

Para permitir que todos os cidadãos opinem sobre esta e outras matérias relacionadas com a reforma administrativa da capital portuguesa, a Câmara de Lisboa criou um site com informações sobre o processo e uma área reservada à participação pública. No endereço www.freguesiasmaisfortes.net é possível, até 22 de Março, deixar comentários sobre o mapa das freguesias, o seu nome e as competências que deverão ter.

"Esta é uma questão que envolve a cidade e é importante que a cidade se envolva nela", diz a vereadora da Modernização Administrativa e Descentralização, justificando a criação deste site. "É fundamental dar informação às pessoas de forma clara, queremos que saibam exactamente o que está em discussão pública", acrescenta Graça Fonseca.

Para garantir que quem não tem acesso à Internet não fique arredado deste processo, a autarquia vai enviar "um pequeno questionário" sobre a reforma administrativa para casa dos lisboetas. "Queremos chegar ao maior número de pessoas", diz a vereadora, adiantando que as cartas deverão começar a ser enviadas na próxima semana.

Através dessas missivas, explica Graça Fonseca, os cidadãos poderão pronunciar-se sobre um conjunto de questões, tal como podem fazer desde anteontem no referido site: o que pensam do mapa com 24 freguesias, que competências devem as juntas ter no futuro (é possível as- sinalar algumas de entre um conjunto de propostas ou indicar outras que não estejam referidas no questionário) e que designação devem adoptar.

Graça Fonseca admite que a questão do nome "é uma área sensível", mas frisa que é também uma daquelas em que "as pessoas desde sempre manifestaram interesse em dar sugestões".

Este site articula-se com um outro -www.reformaadministrativa.am-lisboa.pt - em que, além de participar na discussão pública, é possível aceder aos documentos de trabalho produzidos ao longo deste processo, às propostas camarárias e também aos contributos que os cidadãos aqui decidam deixar.