Crítica

Viver ou Morrer

Tomaram todos os filmes, chamados de acção, possuir a energia que "Die Hard", na sua quarta aventura, ainda revela, com a noção impecável do uso do espaço e com o "timing" certo, para inscrever a peripécia certo. E, no entanto, se compararmos com "O Assalto ao Arranha-Céus" ou com "O Assalto ao Aeroporto", verificamos que o que resta nesta sequela (mais glosa do que sequela) são os restos gloriosos, uma espécie de esqueleto mínimo, em piloto automático, do que foi um dos grandes momentos de ruptura de um certo cinema comercial contemporâneo.

Ainda é muito divertido, mas manifestamente menor.

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