Crítica

Die Hard

Queremos gostar mais deste quarto "Die Hard" do que o filme, na verdade, merece porque há um desesperado humanismo na personagem de John McLane/Bruce Willis que sabe muito bem como declaração de guerra ao maquinismo das "sequelas".

Ou melhor: saberia muito bem, se o filme investisse por aí a sério, mesmo que a brincar. Na realidade,há menos John McLane do que maquinaria (há muito computador e muito "cliché" figurativo supostamente tecnológico - aquele casalinho infernal, por exemplo,espécie de atletas olímpicos do terrorismo informático). Mas se calhar pedir o contrário seria exigir muito a uma "série B" feita com tanto dinheiro e que quer ganhar tanto dinheiro nas bilheteiras.

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