• Passar ao lado do YouTube numa campanha presidencial nos EUA é sinónimo de entregar a vitória numa bandeja ao adversário. Esta afirmação tornou-se uma verdade de La Palisse, e a prova disso é a quantidade de vídeos no YouTube com as eleições presidenciais norte-americanas de 2012 como pano de fundo. A partir daí, não há regras. Há vídeos cómicos, outros sérios, alguns incluem lágrimas e até são usadas câmaras ocultas. Conheça alguns dos vídeos mais marcantes desta campanha.

  • “Ainda estou aqui não estou?” A pergunta foi feita por Amanda Todd há menos de um mês e a resposta agora é não. Uma fotografia roubada aos 12 anos a esta adolescente canadiana tirou-lhe a vida aos 15. Amanda foi vítima de ciberbullying durante três anos por ter mostrado o peito a um desconhecido na Internet. Fez um vídeo a pedir ajuda que foi publicado há um mês no Youtube. A solidariedade acabou por chegar já apenas como homenagem: antes disso, ela suicidou-se.

  • O Google Brasil bloqueou o acesso a dois vídeos publicados no YouTube que contêm acusações ao político Alcides Bernal, candidato do Partido Progressita a prefeito de Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul. A empresa foi resistindo às ordens judiciais, mas acabou por ceder depois de o seu último recurso ter sido rejeitado.

  • O Turismo de Portugal (TP) pagou 190 mil euros por The Beauty of Simplicity, o vídeo promocional que usa imagens manipuladas de Lisboa. A prestação de “serviços de publicidade” foi atribuída à Krypton Films por ajuste directo. A produtora recebeu ainda 19 mil e 20 euros para “licenças”, na sequência de um contrato celebrado no dia anterior ao da publicação do vídeo na página do TP no YouTube.

  • O Governo do Irão bloqueou o acesso ao popular serviço de correio electrónico Gmail e voltou a limitar as pesquisas no Google e no YouTube. A medida foi explicada pelas autoridades como uma resposta "às repetidas exigências da população", mas são conhecidos os planos do país para a substituição da Internet por uma rede interna, que limitará o acesso dos iranianos apenas a conteúdos considerados legais.