Vítor Gaspar

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Foi há cinco anos que os brasileiros da Camargo Corrêa compraram a cimenteira portuguesa, depois de ter conseguido convencer o Governo português dos méritos da sua estratégia. Uma operação que teve como cenário a presença da troika em Portugal.

  • Foi há cinco anos que os brasileiros da Camargo Corrêa compraram a cimenteira portuguesa, depois de ter conseguido convencer o Governo português dos méritos da sua estratégia. Uma operação que teve como cenário a presença da troika em Portugal.

  • O PSD propôs que as audições surgissem depois de conhecido o relatório da Inspecção-Geral de Finanças (IGF) sobre o caso, o que foi recusado pelo PS.

  • O Estado que não pôde cruzar estes dados é o mesmo que, confirmadas as crises bancárias, achou-se na obrigação de injetar nos bancos o mesmo dinheiro que deixou escapar, pedindo-o sob a forma de impostos sobre o rendimento e o consumo ao mexilhão.

  • Todos os partidos querem apurar o que aconteceu com as transferências de dez mil milhões de euros sem controlo para offshores. Marques Mendes defende que sejam também ouvidos Vítor Gaspar e Maria Luís Albuquerque.

  • No aniversário da TVI, Marcelo justificou nota sobre Centeno com a “estabilização financeira” e com a lição de 2013, quando Vítor Gaspar se demitiu. E reconheceu ter ficado surpreendido com a resistência da “geringonça”.

  • Pareceres da Inspecção-Geral das Finanças que mostravam aumento das imparidades estiveram guardados durante seis meses. Os documentos só foram despachados a duas semanas da ida às urnas.

  • O antigo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, defendia que a CGD não estivesse sujeita ao Estatuto do Gestor Público e chegou a propor um salário de 20 mil euros para o presidente do banco público