Tony Blair

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  • Não é uma posição inédita, mas desta vez foi defendida pelo Nobel da Paz Desmond Tutu. Num artigo publicado no diário britânico Observer, o bispo sul-africano, considerado um herói da luta contra o apartheid, defendeu que George W. Bush e Tony Blair devem ser julgados em Haia devido à guerra no Iraque.

  • Hoje, depois de aceso o caldeirão do novo estádio olímpico de Londres, o papel dos trabalhistas Tony Blair e Ken Livingstone, os impulsionadores da candidatura da cidade aos Jogos, não passará de uma memória distante: os louros irão para os seus sucessores em Downing Street e na câmara da capital britânica: os conservadores David Cameron e Boris Johnson.

  • Rebekah Brooks, antiga responsável pelos jornais britânicos do grupo de Rupert Murdoch, confirmou hoje que recebeu palavras de apoio do actual primeiro-ministro, David Cameron, e do ex-chefe de Governo Tony Blair quando se demitiu do seu cargo, na sequência do escândalo das escutas telefónicas no News of The World, em Julho do ano passado.

  • Numa entrevista conjunta com o antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair, que se mostrou incomodado mas não fez comentários, a Presidente da Libéria e Nobel da Paz Ellen Johnson Sirleaf defendeu uma lei que criminaliza a homossexualidade. “Gostamos de nós da maneira como somos”, disse.

  • A polícia britânica encontrou provas de que detectives privados contratados por jornais entraram na conta de correio electrónico do ex-primeiro-ministro Gordon Brown quando este era ministro das Finanças do Governo de Tony Blair.

  • Responsáveis do Ministério britânico dos Negócios Estrangeiros durante o Governo liderado por Tony Blair pressionaram a prestigiada Universidade de Oxford a aceitar como estudante Saif al-Islam, filho do antigo dirigente líbio Muammar Khadafi, com a expectativa de que tal “melhorasse as relações” com a Líbia, é revelado num inquérito liderado pelo antigo titular da Justiça no Reino Unido.

  • Tony Blair lançou um duro ataque a David Cameron, seu sucessor em Downing Street, que atribuiu os motins do início deste mês “ao declínio moral” da sociedade britânica. Para o ex-primeiro-ministro, este diagnóstico põe em causa a reputação do Reino Unido e impede um diagnóstico adequado às causas dos distúrbios.

  • O antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair fez dois telefonemas na sexta-feira para o líder líbio Muammar Khadafi, apelando-lhe a que pare a violência sobre os seus opositores e até mesmo que se afaste do poder, revela hoje o diário "The Independent".

  • O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair reconheceu que referiu uma autorização da ONU a um ataque ao Iraque que o seu procurador-geral tinha afirmado que não existia, revelou que garantiu apoio total aos EUA ainda na fase de preparação para a invasão, e lamentou a perda de vidas.