Presidente do Sudão volta a suspender transporte de petróleo do Sudão do Sul
Debaixo de pressão, Omar al-Bashir anunciou nova ruptura com o vizinho do Sul, que se tornou independente em 2011.
Por Rita Siza
Debaixo de pressão, Omar al-Bashir anunciou nova ruptura com o vizinho do Sul, que se tornou independente em 2011.
Por Rita Siza
Debaixo de pressão, Omar al-Bashir anunciou nova ruptura com o vizinho do Sul, que se tornou independente em 2011.
Por Rita Siza
Presidente do Sudão inicia visita oficial ao Estado secessionista na sexta-feira.
Por Lusa
A subida dos preços mundiais da alimentação, devido à seca nos EUA e na Europa de Leste, “ameaça a saúde e o bem-estar” de milhões de pessoas, alertou hoje o presidente do Banco Mundial (BM), noticia a AFP.
O Vaticano quer que os países mais industrializados façam todos os esforços possíveis para enfrentar a seca que se regista em várias zonas do mundo e evitar uma nova escalada de preços dos alimentos.
Por Lusa e PÚBLICO
Pelo menos 31 pessoas, incluindo o ministro da Religião sudanês, morreram na queda de um avião, na zona de montanhas de Nuba, quando seguia de Cartum para o estado do Kordofão do Sul.
Por Marco Vaza (Londres)
Guor Marial é um homem que sabe de onde é, mas que não tem passaporte. E não tem bandeira nos Jogos Olímpicos de Londres.
Standard Chartered responde a alegações sobre transacções com o Irão. Banco descreve acusações das autoridades de Nova Iorque como "pequenos erros administrativos".
Guor Marial estava num beco sem saída. Nascido no que é hoje o Sudão do Sul, o maratonista viu o Comité Olímpico Internacional (COI) recusar a participação do seu país nos Jogos de Londres, por ainda não ter um comité olímpico nacional reconhecido. A alternativa seria competir pelo Sudão, algo que o atleta sempre recusou. Marial vive nos Estados Unidos há 11 anos, mas também não tem nacionalidade americana, o que o impedia de representar os EUA. Como fazer? A solução chegou no sábado, quando o COI autorizou Marial a ir a Londres como atleta independente.
Por Lusa e PÚBLICO
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, condenou veementemente o intenso bombardeamento aéreo sobre uma zona fronteiriça do Sudão do Sul que terá causado vários mortos nas cidades de Bentiu e Rubkona, próximas da região de Heglig, disputada com Sudão e dotada de grande riqueza petrolífera.
Por Lusa e PÚBLICO
Várias bombas foram lançadas nesta segunda-feira de manhã na cidade fronteiriça de Bentiu, no Sudão do Sul, numa altura em que aumentam os receios de um conflito aberto com o vizinho Sudão.
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