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Procuradores argumentam que imagens encontradas em perfis levaram a acusações num processo de fraude. Rede social contesta violação da privacidade.

  • Procuradores argumentam que imagens encontradas em perfis levaram a acusações num processo de fraude. Rede social contesta violação da privacidade.

  • Num período eleitoral, é inegável que os meios de comunicação e o jornalismo praticado influenciam escolhas. Mas é importante que eles também não ignorem que são influenciáveis.

  • O despedimento de uma funcionária da empresa motivou um coro de protesto, palavras de ódio e de insultos contra a chefe-executiva Ellen Pao. A sua saída reacendeu o debate sobre os limites dos comentários online e a igualdade de género.

  • Grupo de colegas de uma localidade de São Paulo cria alternativa ao Facebook, especialmente dirigida aos evangélicos.

  • Solidariedade corporativa é a atitude ética e estratégica para a saúde do negócio.

  • Em muitas das queixas que recebo percepciono, não uma acusação formal, mas um certo fundo de desconfiança generalizada sobre os jornalistas. Os leitores que, porventura habitualmente, lêem esta página, não terão esta impressão. Pois, em vez das palavras que adornam essas críticas e comentários - jornalista “ignorante”, “inculto”, “desonesto,” ”faccioso,” “corrupto” -, os leitores encontram no texto as reticências entre parêntesis (…) que ocupam o lugar da omissão que faço. Admito ou tenho de admitir a discordância, a crítica, a discordância, o contraditório, a negação, mas o que não posso admitir é a ofensa, a desconsideração. Obviamente, isso tem-me valido, muitas vezes, a acusação de que pratico censura, de que protejo os jornalistas, quando o que me compete é defender os leitores. Esta perspectiva não necessita de mais comentários da minha parte. E creio que a grande maioria dos leitores do jornal compreendem a minha posição.