• O Exército sírio voltou este domingo de manhã a bombardear a região de Damasco, que foi também palco de violentos confrontos e de um atentado contra um hotel, horas antes do início de uma reunião no Qatar da oposição política ao Presidente Bashar al-Assad no exílio.

  • O ministro dos Negócios Estrangeiros sírio, Walid Muallem, discursou na Assembleia Geral da ONU e acusou vários países de apoiar o “terrorismo” com armas e dinheiro. Nomeou os EUA, França Qatar, Arábia Saudita e Turquia e considerou uma “interferência grosseira” os apelos ao afastamento do Presidente Bashar al-Assad.

  • Bruxelas pressiona no sentido de amplos poderes do BCE. O Banco Central Eruopeu teria vastos poderes sobre todos os seis mil bancos da zona euro ao abrigo de um plano que está a ser elaborado pela Comissão Europeia, pondo Bruxelas em rota de colisão com a Alemanha e com o próprio BCE, que pediu um primeiro passo mais descentralizado no sentido de uma "união bancária".

  • Glencore desafia Qatar com frieza. A Glencore desafiou o fundo soberano do Qatar a aceitar a sua oferta para comprar todas as acções da mineradora Xstrata, sinalizando pela primeira vez em público que está pronta para se afastar desta fusão de milhares de milhões de dólares.

  • Marselha e Bordéus receberam e venceram Sochaux (2-0) e Rennes (1-0), na segunda jornada da Liga francesa de futebol, juntando-se a Lyon e Bastia na liderança, enquanto o Paris Saint-Germain decepcionou (0-0) no reduto do Ajaccio.