Pornografia

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Só por ilusão a proposta para a criação de uma base de dados de “pedófilos” tem a ver com um estado de direito. Remete para medos mais do que para riscos, e defronta mal os riscos.

  • Só por ilusão a proposta para a criação de uma base de dados de “pedófilos” tem a ver com um estado de direito. Remete para medos mais do que para riscos, e defronta mal os riscos.

  • “Alguns dos que começavam por aceder a imagens indecentes online iam depois abusar directamente das crianças”.

  • O combate da Igreja católica contra a pedofilia não é só de agora.

  • Qual de nós nunca escreveu o próprio nome no Google e se deparou com informação – um comentário infeliz, uma fotografia ultrapassada, uma opinião já não perfilhada – que gostaria de ver suprimida? E qual de nós, antevendo os obstáculos que encontraria, não desistiu à partida de a tentar eliminar? Não desista, diz o Tribunal de Justiça da União Europeia. Tem o direito a ser esquecido na Internet. Boas notícias?

  • Inspector aproveitou cargo para, enquanto treinador desportivo, obter contactos de jovens e chegou a escrever 1200 mensagens a uma delas, conseguindo que lhe enviasse imagens despida. Gravou também vídeos em balneários e campos de férias.

  • O filme Lovelace revela o martírio por que passou a actriz que, renegando a indústria que lhe deu fama, mas não proveito, se tornou uma militante antipornografia na década de 1980.