Governo português elogia nomeação de Ramos-Horta para missão da ONU na Guiné-Bissau

Ramos-Horta vai representar a ONU na Guiné-Bissau VALENTINO DARIEL SOUSSA/AFP

O Governo português elogiou hoje a nomeação de José Ramos-Horta para representante especial do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau, esperando que o mandato do ex-Presidente timorense contribua para “ultrapassar a instabilidade político-militar” no país africano lusófono.

 

Em comunicado enviado à Lusa, o Ministério dos Negócios Estrangeiros português “congratula-se com a decisão” para “o exigente cargo”, anunciada na segunda-feira.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, decidiu nomear o ex-Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz para seu representante especial na Guiné-Bissau e chefe do UNIOGBIS (Escritório Integrado das Nações Unidas na Guiné-Bissau), com efeitos a partir de 1 de Janeiro.

“Esta nomeação traduz o empenho da ONU na coordenação dos esforços internacionais para encontrar, conjuntamente com os responsáveis guineenses, uma solução pacífica, democrática e duradoura para ultrapassar a instabilidade político-militar na Guiné-Bissau e para a promoção do desenvolvimento económico e bem-estar da população”, considera a diplomacia portuguesa.

José Ramos-Horta vai suceder ao diplomata ruandês Joseph Mutaboba na liderança da UNIOGBIS.

Comentários

Comentar

Inicie sessão ou registe-se gratuitamente para assinar os comentários.

Caracteres restantes:

Nos Blogues