Cavaco pede a diplomatas que ajudem a combater a recessão

Presidente sugere que se promova Portugal como um país “de coragem, tolerante, com futuro, com ambiente favorável aos negócios".

Cavaco: diplomatas devem publicitar o país no estrangeiro Miguel Madeira

Trocaram desejos de bom Ano Novo e elogios, mas Cavaco Silva aproveitou também para deixar uma espécie de caderno de encargos para 2013 ao corpo diplomático português espalhado pelo mundo que, liderado pelo ministro Paulo Portas, se deslocou ontem ao palácio de Belém. Os diplomatas devem publicitar o país no estrangeiro para ajudarem a combater a recessão em 2013.

O ministro dos Negócios Estrangeiros foi curto mas elogioso: Cavaco “defende impecavelmente a imagem e o prestígio de Portugal no exterior”, e os diplomatas estão “disponíveis para dar toda a colaboração”. Aproveitando a deixa, o Presidente da República avisou que “2013 vai ser igualmente um ano muito exigente e difícil. Queremos contar com o vosso profissionalismo, a vossa competência, o vosso empenho para que Portugal consiga ultrapassar a fase de recessão em que a economia tem estado mergulhada.”

Como podem ajudar? Promovendo Portugal como um país “de coragem, tolerante, com futuro, com ambiente favorável aos negócios, boas oportunidades de investimento e mão-de-obra de qualidade”, para que exporte mais, e receba mais turistas e investimento estrangeiro, vincou Cavaco.

O Presidente enumerou ainda alguns desafios para a diplomacia nacional este ano: as candidaturas ao comité dos direitos humanos e ao comité do património mundial, as negociações permanentes junto das entidades europeias, a presidência do Fórum 5+5 (União Mediterrânica), e a continuação da celebração do Ano de Portugal no Brasil.

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