Plataforma continental

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O Governo reconhece a importância do estudo do território para “mapeamento” dos potenciais recursos, mas não vê as geociências como prioritárias. Lamento dizer, mas sem geólogos e geofísicos, espécies em extinção no território nacional, não se chega ao “filão”.

  • O Governo reconhece a importância do estudo do território para “mapeamento” dos potenciais recursos, mas não vê as geociências como prioritárias. Lamento dizer, mas sem geólogos e geofísicos, espécies em extinção no território nacional, não se chega ao “filão”.

  • Estão de partida para uma campanha de quase 50 dias, no navio Almirante Gago Coutinho, da Marinha portuguesa. Destino: uma zona de fractura do fundo do mar, mais de 500 milhas a sudoeste do centro dos Açores. Objectivo: obter mais informação que fundamente a proposta portuguesa de extensão da plataforma continental, que já foi entregue nas Nações Unidas em 2009 mas que ainda pode ser reforçada com novos dados. Nesta terça-feira ao início da tarde, enquanto estão ao largo de Sesimbra nos preparativos finais da campanha, a ministra do Mar, Assunção Cristas, e o secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, vão a bordo ver o robô submarino Luso num mergulho de teste.

  • Tinha sido criada em 2005, em Dezembro do ano passado foi fundida com outra entidade ligada ao mar e agora vai regressar novamente. A Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC), que levou a cabo o projecto que dará jurisdição a Portugal sobre o fundo do mar para lá das 200 milhas náuticas, vai ser reactivada – disse esta sexta-feira ao PÚBLICO o secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu.