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Não há maneira de saber se o resgate de Chipre será mesmo uma "história única" ou se constituirá um novo "modelo" de resgates a replicar no futuro. As declarações contraditórias de dirigentes europeus, como aqui foi o caso, não sossegam ninguém. Esta hesitação nos palácios da Europa também não é novidade. Ninguém percebeu ainda quem propôs o quê e a quem no fim-de-semana em que o "eurogrupo" engendrou a taxa aos depósitos em Chipre, incluindo abaixo do limiar dos 100 mil euros, para a rejeitar logo de seguida.