Atentado suicida contra veículos da NATO no Afeganistão mata 15 pessoas
Grupo aliado dos taliban reivindicou ataque.
Por Agências
Grupo aliado dos taliban reivindicou ataque.
Por Agências
Grupo aliado dos taliban reivindicou ataque.
Por AFP e PÚBLICO
Presidente afegão disse que é favorável ao pedido e estão a decorrer negociações "sérias e delicadas".
Por PÚBLICO
Ataque aéreo atingiu casas na província de Kunar, junto à fronteira com o Paquistão.
Por Reuters e PÚBLICO
Explosão matou quatro cidadãos dos Estados Unidos. Um quinto foi morto num ataque separado.
Por Joseph Nye
Este mês assinala o décimo aniversário da controversa invasão do Iraque liderada pelos norte-americanos. O que tem esta decisão provocado no decorrer da última década? Mais importante, terá sido acertada a decisão de invadir o Iraque?
Por Lusa
Knud Bartels vai reunir-se com o chefe do Estado-Maior e o ministro da Defesa Nacional.
Por Anders Rasmussen
Numa encosta fronteira à cidade turca de Gaziantep, os lança-mísseis Patriot permanecem vigilantes sob o comando e controlo da NATO. Esta é apenas uma das seis baterias de mísseis Patriot de três países aliados – Alemanha, Holanda e Estados Unidos – que oferecem protecção a milhões de pessoas na fronteira turco-síria. O destacamento demonstra o compromisso permanente da NATO com a sua missão principal: manter a segurança dos seus membros. Demonstra também que, quando uma crise deflagra, não existem substitutos para a defesa e a dissuasão eficaz.
Por Anne-Marie Slaughter
Os Estados Unidos estão em ascensão; a Europa está a estabilizar e ambos estão a aproximar-se. Foi essa a principal mensagem transmitida no início deste mês na Conferência de Segurança de Munique (MSC), que se realiza anualmente; uma reunião de grande responsabilidade com ministros da Defesa, ministros dos Negócios Estrangeiros, principais representantes militares, deputados, jornalistas e especialistas em segurança nacional de todo o género.
Por PÚBLICO
Problemas de saúde da mulher. Foi esta a razão invocada pelo general John Allen para abandonar a vida militar e não assumir o posto de comandante supremo da NATO.
Por PÚBLICO
Americanos, alemães e holandeses vão ficar instalados em diferentes pontos do território turco junto à fronteira com a Síria.
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